Ao exemplo de Cheney, as pessoas de grandeza não precisam aparecer para chegarem ao topo. Elas trabalham com afinco para darem o melhor de si onde estiverem e assim atingirem o seu máximo potencial. Se tiverem que chegar ao comando máximo, elas chegarão, se estiverem preparadas para isso. Foi o que aconteceu com George H. W. Bush na época em que foi vice-presidente de Ronald Reagan. Quando Ronald Reagan foi baleado, em 1981, Bush não apareceu dizendo que estaria no comando máximo da nação americana, ele simplesmente disse que, quando recebeu a notícia, a crueldade do incidente o surpreendeu, e naquele momento ele orou pelo presidente. Uma vez que Reagan estava sendo operado, Bush foi de fato o executivo interino do país, mas, deliberadamente, recuou para não colocar-se no lugar do verdadeiro presidente. Por exemplo, quando foi para a Casa Branca, Bush recusou-se a pousar no gramado sul, pois, por tradição, somente o presidente pousa ali. Quando Bush presidiu uma reunião de gabinete emergencial, ele tomou seu assento normal, e não o assento do presidente. Reagan recuperou-se e retomou suas obrigações, e ainda foi reeleito presidente em 1984. Bush estava satisfeito em ficar em segundo plano, dando o seu melhor, servindo ao seu líder e a seu país. No momento certo ele teria sua oportunidade. Ele foi o que aconteceu, quando em 1989 o povo americano o elegeu como 41º presidente dos Estados Unidos.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
ALMEJE O VERDADEIRO TOPO
Ao exemplo de Cheney, as pessoas de grandeza não precisam aparecer para chegarem ao topo. Elas trabalham com afinco para darem o melhor de si onde estiverem e assim atingirem o seu máximo potencial. Se tiverem que chegar ao comando máximo, elas chegarão, se estiverem preparadas para isso. Foi o que aconteceu com George H. W. Bush na época em que foi vice-presidente de Ronald Reagan. Quando Ronald Reagan foi baleado, em 1981, Bush não apareceu dizendo que estaria no comando máximo da nação americana, ele simplesmente disse que, quando recebeu a notícia, a crueldade do incidente o surpreendeu, e naquele momento ele orou pelo presidente. Uma vez que Reagan estava sendo operado, Bush foi de fato o executivo interino do país, mas, deliberadamente, recuou para não colocar-se no lugar do verdadeiro presidente. Por exemplo, quando foi para a Casa Branca, Bush recusou-se a pousar no gramado sul, pois, por tradição, somente o presidente pousa ali. Quando Bush presidiu uma reunião de gabinete emergencial, ele tomou seu assento normal, e não o assento do presidente. Reagan recuperou-se e retomou suas obrigações, e ainda foi reeleito presidente em 1984. Bush estava satisfeito em ficar em segundo plano, dando o seu melhor, servindo ao seu líder e a seu país. No momento certo ele teria sua oportunidade. Ele foi o que aconteceu, quando em 1989 o povo americano o elegeu como 41º presidente dos Estados Unidos.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
ASSUMA AS RESPONSABILIDADES
Quando Adão e Eva desobedeceram a Deus, o grande Criador procurou por Adão para saber o que havia de fato acontecido. Ao ser questionado por quê comera do fruto proibido, Adão culpou Eva. Então Deus questionou Eva e ela culpou a serpente. Apesar de Deus ter proferido uma maldição sobre a serpente, a final ele deixa claro que a responsabilidade maior pela entrada do mal no paraíso era de Adão.
Assumir responsabilidade pelos erros nem sempre é fácil, principalmente quando a falta é de alguém que está sob nossos cuidados. Geralmente, quando algo dá errado, nossa tendência natural é procurar culpados e atribuir a esses a causa do problema. Steve Hardison, um consultor Americano, foi convidado para participar de uma reunião do conselho de uma empresa para a qual daria um treinamento. O primeiro item da pauta era: “Quem é o culpado de termos um sistema de informática que nos custou 100 mil dólares e que é simplesmente um lixo?” O presidente virou-se para um dos vice-presidentes e disse:
– Joe, a culpa é toda sua!
Joe responde rapidamente:
– Não, é não. Eu não escolhi as especificações. Quem fez isso foi o John!
– Ei, espere um minuto – disse John. – eu não escolhi o fornecedor. Quem fez isso foi a Rose.
– Não foi bem a minha decisão. – justificou-se Rose. – eu apenas recomendei a você!
E assim as pessoas na reunião passaram a “batata quente” adiante pela sala inteira. Então Hardison fez um gesto para o presidente e interrompeu a conversa.
– Eu sou o responsável pelo problema. – anunciou Hardison.
– O quê? –retrucou o presidente. – Nem sequer sabemos que você é! Por quê está dizendo uma coisa dessas?
– Bem, – disse Hardisom – alguém precisa assumir essa responsabilidade.
– Ah, sim – concordou o presidente.
Uma vez que Hardisom assumira a responsabilidade corajosamente pelo sistema de informática, ele pôde liderar a discussão sobre como resolver o problema. Se os membros da empresa estavam atrás de um culpado, então estavam satisfeitos por tê-lo encontrado. A partir daí estava mais fácil resolver o problema.
Uma pessoa que busca a grandeza, um verdadeiro líder, não apresenta desculpas ou justificativas para seus fracassos, ele assume responsabilidades. É sempre mais fácil resolver algum problema a partir do fracasso do que a partir das desculpas.
“Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado”. (Tiago 4: 17)
Harpa de 1000 Cordas
terça-feira, 6 de outubro de 2015
USE DO PODER DO HÁBITO
A história acima registrada no livro “100 Maneiras de Motivar as Pessoas”, de Steve Chandler, demostra que muitos de nossos problemas profissionais e pessoais podem está relacionadas a simples falta de um hábito que nos induza a fazer algo com regularidade. Santiago Ramón y Cajal, resume o poder da força do hábito na seguinte frase: “Todo homem pode ser, se assim se propuser, escultor de seu próprio cérebro."
“Em tudo seja você mesmo um exemplo para eles, fazendo boas obras. Em seu ensino, mostre integridade e seriedade;” (Tito 2:7)
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
DEIXE O REI SER REI
No filme Anna e o Rei (Anna and the King), produção de 1999, direção de Andy Tennant, com Jodie Foster no papel de Anna Leonowens, uma viúva inglesa que, em 1862, vai trabalhar como professora dos filhos do rei Mongkut, em Bangkok, capital do Sião. O rei acaba se encantando com a formosura da professora, apesar de ela ter um temperamento forte e, às vezes, autoritário. Ambos mantêm um relacionamento comedido que evolui para uma amizade sincera e verdadeira. No meio da trama, Tuptim, uma das concumbinas do rei, apaixona-se por um plebeu. Descoberta a traição, seria necessário aplicar a lei: pena de morte. O tribunal condena o casal. Somente o rei poderia aplicar o indulto real. Neste momento, Anna diz ao rei publicamente que ele deveria inocentar a moça, e apresenta vários motivos para isso. Praticamente Anna intima o rei a tomar esta atitude. Resultado: o rei ordena que se cumpra a execução. O casal é morto, conforme a determinação do tribunal. Inconformada, Anna vai reclamar com o rei, que lhe diz:
“Eu já havia decidido livrá-los da morte. Tinha autoridade para isso, até você me dizer o que fazer. A partir daquele momento, se eu livrasse o casal, estaria obedecendo a você e o reino ficaria sem rei. Anna: deixe o rei ser rei”.
As pessoas não gostam de ser mandadas. Assim, evite de dizer a elas o que fazer. Fale de modo que elas mesmas decidam que atitude devem tomar. Permita que cada uma tenha a sensação de ter suas escolhas. Essa é a essência da verdadeira liderança. O único que tem poder sobre a vida humana é Deus e, mesmo assim, Ele não força ninguém a fezer seus desejos. Deixe o rei ser rei.
"Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos. " (Zacarias 4:6)
Livro A Harpa de 1000 Cordas
LEVE OUTROS AO TOPO COM VOCÊ
A história de Wilson mostra que a fé e persistência podem levar uma pessoa sozinha a chegar muito longe. No entanto, para se chegar ao topo e se manter lá, é preciso levar outras pessoas consigo. Desde 1920 centenas de alpinistas tentaram escalar o Monte Everest. Por volta de 120 pessoas morreram nessa tentativa e nem perto chegaram do topo. Seus corpos estão sepultados no gelo em algum lugar. O principal motivo é que tentaram sozinhos ou com uma equipe pequena demais para realizar aquela proeza. Não calcularam direito a dimensão do desafio e a necessária cooperação. Finalmente, em maio de 1953 a montanha foi conquistada. Para isso mais de 300 pessoas foram contratadas somente para carregar por 280 km através das encostas da cordilheira do Himalaia o mantimento e equipamentos necessários. Tudo isso deveria ser entregue em Katmandu. Com todo material lá, dois homens abriam caminho apontando as melhores trilhas. Outra equipe de 40 homens deveria carregar o peso de 2,5 toneladas até a primeira base. Outro grupo com 12 os substituiria levando 300 Kg em fardos de 10 Kg montanha acima. Finalmente 8 homens subiram até a próxima etapa e dois alpinistas experientes tentariam chegar ao cume do Everest. Fracassaram e retornaram exaustos mas compartilharam as dificuldades encontradas e orientaram a última dupla no que deveriam evitar. Foi assim que o Neozelandês Edmund Hillary e o Sherpa Tenzing Norgay conseguiram chegar ao topo da montanha, mas só conseguiram por causa de um imenso de trabalho em equipe. Como diria John Maxwell: “Para gerar o sucesso, é necessária a participação de muita gente.”
Em 2003 um alpinista encontrou uma tenda antiga a 8.500 metros que possivelmente tenha pertencido a Maurice Wilson. Talvez ele tenha chegado ao topo, mas ninguém realmente sabe se ele conseguiu. Assim, enquanto você estiver subindo rumo as suas conquistas, jamais esqueça: “Quem vai sozinho, vai mais rápido. Quem vai junto, vai mais longe. Quem se mantém acompanhado, mais tempo em cima permanecerá. E se descer, terá com quem compartilhar suas experiências, será sempre lembrado e encontrará apoio para uma nova tentativa.”
“É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se!” (Eclesiastes 4:9-12)
sábado, 3 de outubro de 2015
REERGA-SE
Você já passou por uma situação deprimente quando seus inimigos disseram ao seu respeito: “você não sabe da bomba!”?
A bomba atômica lançada pelos EUA em Hiroshima durante a 2.ª Guerra Mundial tinha o tamanho de uma bola de tênis, mas fora suficiente para exterminar 100 mil pessoas em questões de segundos. No entanto, a longo de anos, a cidade passou por um extenso processo de reconstrução: casas provisórias foram instaladas ao lado das estradas, enquanto ruas foram revitalizadas, praças e escolas restauradas, e finalmente a construção do “Parque Memorial da Paz”, um lugar de 122.100 m2, que abriga um museu sobre a trajédia, cujo propósito era fazer com que a população não equecesse, mas também não lembrasse daquela destruição com ódio ou sofrimento. O governo japonês sabia que Hiroshima jamais conseguiria se reerguer se a mente das pessoas estivesse tomada pela raiva e pela perda.
Talvez você esteja se sentindo como Hiroshima pós-guerra: sua bomba explodiu e o mundo desabou sobre ti! Saiba que mesmo que você esteja totalmente em ruínas haverá sempre uma esperança. Jerusalém fora destruída pelos exércitos da Babilônia e permaneceu em ruínas por quase 140 anos, mas Neemias estava orando por ela. Um belo dia, no ano 444 AC, o rei Artaxerxes percebeu a tristeza Neemias e perguntou o motivo de sua angústia. Neemias revelou seu desejo de ver a cidade reconstruída e prontamente o rei atendeu ao seu pedido reconstruindo-a em 52 dias! Era uma resposta divina!
Hiroshima sabia que de nada adiantaria tentar reconstruir a cidade se o coração da população permanecesse em ruínas. E Jerusalém entendeu que Deus só pode reconstruir nossas vidas quando nos despojamos do ódio, oramos e perdoamos!
Reconstrua sua visão, sua mente, seu ânimo, sua vida espiritual e Deus reerguerá os muros da vitória e do êxito ao seu redor!
“O Deus de toda a graça, que os chamou para a sua glória eterna em Cristo Jesus, depois de terem sofrido por pouco tempo, os restaurará, os confirmará, os fortalecerá e os porá sobre firmes alicerces.” (1 Pedro 5:10)
📖 Livro A Harpa de 1000 Cordas
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
SAIBA EMPREENDER
Da história acima podemos tirar grandes lições:
1- Jobs passou por altos e baixos ao longo da vida: foi abandonado pela mãe num orfanato; foi adotado por uma família de classe média baixa; foi aluno brilhante e rebelde; fundou uma empresa aos 20; foi expulso de sua organização aos 31; mas foi salvador do negócio aos 40, e passou a transformar tudo o que tocava em ouro aos 50. Com tudo isso, podemos aprender muito importante: todas as pessoas que hoje são referências de sucesso, já passaram por muitas lutas e por momentos difíceis.
2 – A participação do pai na infância de Jobs foi essencial para a formação da personalidade inovadora do filho. Os ensinamentos do pai para mostrar como as coisas funcionavam e seus esforços por fazer as coisas bem feitas deu a Jobs um grande senso de design e valor pelo trabalho. Esse exemplo mostra como é importante que os pais ensinem liderança e empreendedorismo aos seus filhos.
3 – Outro grande momento notável na vida de Jobs foi seu encontro com sua professora “Teddy” que o motivou com dinheiro e doces para que ele fizesse suas tarefas escolares. Essa experiência ilustra os efeitos do reforço positivo como fator de mudança de comportamento. Segundo pesquisas, as recompensas são 7x mais eficiente que as punições, e isso fez a diferença na vida Jobs, que era um aluno extremamente rebelde, mas que pode enfim encontrar seu rumo.
4 - Durante o primeiro período de Jobs à frente da Apple, foram lançados o Apple III e o Lisa. Enquanto o primeiro sofria com o aquecimento excessivo devido à sua decisão de não incluir uma ventilação no produto, o segundo possuía um hardware extremamente caro. Todos esses lançamentos foram um fracasso. Outro fiasco foi o lançamento do TAM (Twentieth Anniversary Macintosh), ocorrido em 1997, que custava US$ 7500. Por conta desse preço pouco atrativo, o produto foi abandono um ano após seu lançamento. A empresa NeXT criada por ele passou por diversas dificuldades financeiras, resultando na sua venda em 1996. Enfim, por não ter medo de fracassar e por saber tirar proveito de suas falhas, Jobs adquiriu vasta experiência e ousadia para inovar, o que lhe ajudou a ser empreendedor ousado e brilhante.
5 – Um dos defeitos de Jobs era ser muito duro ao criticar seus funcionários. Certa vez ele chegou a demitir o líder do time que criou o MobileMe em numa reunião na frente de sua equipe. Em uma entrevista para a revista norte-americana The New Yorker, o vice-presidente sênior de design da Apple e ex-colega de trabalho de Jobs, Jony Ive, conta que já chegou a pedir para Jobs ser mais gentil com seus funcionários, pois eles sempre ficavam arrasados após suas duras críticas. Um verdadeiro líder não precisa agir dessa forma, como diria Ané Dousseaux: “Elogie em público e corrija em particular. Um líder corrige sem ofender e orienta sem humilhar.”
terça-feira, 22 de setembro de 2015
SEJA UMA ESTRELA NA VIDA DE SEUS AMIGOS
Na vida, há “amigos-cometas” e “amigos-estrelas”. Você sabe a diferença? O poema escrito por Reinilson Câmara explica isso:
“Há pessoas estrelas; Há pessoas cometas. Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam. As estrelas permanecem. Os cometas desaparecem. Há muita gente cometa. Passam pela vida da gente apenas por instantes, gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença. Há muita gente cometa. Assim são muitos e muitos artistas. Brilham apenas por instantes nos palcos da vida. E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem. Assim são muitos reis e rainhas de todos os tipos. Reis de nações, rainhas de clubes ou concurso de beleza. Assim rapazes e moças que se enamoram e se deixam com a maior facilidade. Assim são pessoas que vivem numa mesma família e que passam pelo outro sem serem presença. Importante é ser estrela. Estar presente. Marcar presença. Estar junto. Ser luz. Ser calor. Ser vida. Amigo é estrela. Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração. Coração que não quer enamorar-se de cometas que apenas atraem olhares passageiros. E muitos são cometas por um momento. Passam, a gente bate palma e desaparecem. Ser cometa é não ser amigo. É ser companheiro por instantes. É explorar sentimentos. É ser aproveitador das pessoas e das situações. É fazer acreditar e desacreditar ao mesmo tempo. A solidão de muitas pessoas é consequência de que não podem contar com ninguém. A solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica. Todos passam. E a gente também passa pelos outros. Há necessidade de criar um mundo de estrelas. Todos os dias poder vê-las e senti-las. Todos os dias poder contar com elas. Todos os dias ver sua luz e calor. Assim são os amigos. Estrelas na vida da gente. Pode-se contar com eles. Eles são uma presença. São aragem nos momentos de tensão. São luz nos momentos escuros. São pão nos momentos de fraqueza. São segurança nos momentos de desânimo. Olhando os cometas é bom não sentir-se como eles. Nem desejar prender-se em sua cauda. Olhando os cometas é bom sentir-se estrela. Marcar presença. Ter vivido e construído uma história pessoal. Ter sido luz para muitos amigos. Ter sido calor para muitos amigos. Ter sido calor para muitos corações. Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas acima de tudo uma recompensa. É nascer e ter vivido e não apenas existido.”
Dos fatos acima podemos aprender três grandes lições:
1 – Na cosmologia, a luz de uma estrela, mesmo depois de sua morte, permanece visível durante séculos no espaço sideral. Halley, apesar de ter tido seu nome dado a um cometa, foi uma verdadeira estrela na vida de Newton. Da mesma forma, você também pode ser uma estrela na vida das pessoas. Amigos que são estrelas, de fato, nunca morrem, pois permanecem para sempre no coração daqueles que os amam.
2 – Não seja “amigo-cometa”, que, depois de muito tempo ausente, aparece só para pedir ajuda. Pessoas com esse comportamento acabam ganhando a antipatia dos outros. Seja diferente. Valorize seus amigos. Não marque presença para pedir algo, mas faça algo para marcar presença.
3 – John Maxwell explica em seu livro como ele, sendo uma pessoa extremamente ocupada, faz para conquistar e conservar suas amizades: “Gosto de conversar sobre liderança com bons líderes o tempo todo. Na verdade, faço questão de marcar um almoço para aprender com alguém que admiro, pelo menos, seis vezes por ano... E daí que virá meu crescimento.”
“Não abandone o seu amigo nem o amigo de seu pai... melhor é o vizinho próximo do que o irmão distante”. (Provérbios 27:9-10)
sábado, 19 de setembro de 2015
CONTE HISTÓRIAS
sábado, 12 de setembro de 2015
SEJA UM GRANDE LÍDER
Do contextos e dos escritos de Hunter, podemos obter as seguintes lições:
1 - Segundo Hunter, liderança é a habilidade de influenciar pessoas a trabalhar entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter. Conforme ele mesmo explica, ser líder não é ter cargo, nem função, nem ser chefe ou mandante, mas ser um servo.
2 – Depois de escrever o conceito de liderança servidora, o livro “O monge e o Executivo” vendeu mais de 4 milhões de cópias no mundo todo. Mas, ao longo de 10 anos, Hunter recebeu milhares de e-mails de pessoas que entenderam equivocadamente que um líder servidor é uma espécie de capacho de seus liderados. Por esse e outros motivos, Hunter escreveu o livro “De volta ao Mosteiro”, onde enfatiza que um líder servidor é aquele que atende as NECESSIDADES das pessoas, não as suas VONTADES. De fato, ele está certo. Nem mesmo Deus vive atendendo as nossas vontades, pois como diria Augusto Cury, se Deus fizesse isso, nós seríamos deuses e Ele seria nosso servo.
3 – John Daily, o personagem principal da história, ao longo de 2 anos, não coloca em prática as coisas que aprendeu com mestre Simeão, então passa por um período difícil repleto fracassos como líder e como pai. Então ele decide voltar ao mosteiro e lá aprende, dentre outras lições, que amar não significa gostar das pessoas. Amar é aquilo que se faz e não aquilo que se sente. Ele também aprende que se quisesse influenciar as pessoas ele precisava ficar mais aproximo delas. Ao término da história ele faz uma série de mudanças na sua vida, dentre elas, passar mais tempo com a família.
4 – Hunter é enfático em dizer no livro que ninguém é obrigado a gostar das pessoas para ama-las. O amar é respeitar e servir, e acima de tudo, é agir. Conforme ele ensina no livro, o verdadeiro amor, de acordo com I Coríntios 13, não tem nada haver com sentimentos.
5 – Sendo Jesus um carpinteiro do interior, como ele foi capaz de ensinar lições aos pescadores, pastores e outros profissionais e assim se tornar no maior líder da história? É que Jesus, antes de ensinar, aprendeu com as pessoas. Por isso, você que deseja ser um grande lider, professor, pai ou mãe, busque amar, conhecer e influenciar aqueles a quem você precisa conduzir. Aprenda com Jesus, seja um contínuo aprendiz do comportamento humano.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
COMPARTILHE O SEU MELHOR
O quê você faria se descobrisse um meio de se tornar no centro das atenções? Você dividiria isso com os outros?
O grande escritor e treinador de líderes John Maxwell conta em seu livro que, quando começou sua carreira como pastor, pensava que a liderança era como uma corrida, na qual teria que trabalhar duro e aumentar cada vez mais seu desempenho. A cada ano, mal podia esperar pelo resultado do relatório anual com as estatísticas de todos os líderes, onde podia comparar seus números com os dos demais pastores de sua denominação. Ele acompanhava seu progresso e checava para ver quem ele havia superado. Todo ano ele chegava mais perto do topo da lista, e aquilo lhe dava uma enorme satisfação. No entanto, havia 2 grandes problemas com aquele tipo de raciocínio: primeiro, pensava que seu título lhe tornava um líder; segundo, achava que subir a escada da sucesso deveria ser sua maior prioridade. No fim das contas ele não percebia que a liderança é tanto uma questão de relacionamento quanto de ambição profissional. Ele notou que os membros da igreja o ouviam por educação, mas não o seguiam. Ele levou quase uma década para compreender que as pessoas não se importam com o quanto você sabe até saber quanto você realmente se importa com elas. Como ele estava ocupado demais tentando progredir, ele pouco se importava com as pessoas. Certo dia, ele queria promover um treinamento de como administrar o tempo, talentos e finanças para os membros da sua igreja. Sabia que esse tipo de treinamento era importante, mas, por causa de sua falta de experiência, não tinha recursos dos quais pudesse se valer. Foi a uma livraria em busca de material, e não encontrou nada. Conforme ele dirigia de volta pra sua casa, pensou em desistir ou tentar desenvolver esse material sozinho. O problema é que isso era muito difícil, ainda mais naquela época que não havia internet e levaria muito tempo para ele terminar. Decidiu dar o seu melhor assim mesmo. Levou meses para preparar o material a partir do nada, mas, depois de muitas horas dedicação, estava pronto. E, para sua grande alegria, foi um grande sucesso! A frequência da igreja cresceu, os recursos financeiros aumentaram e os membros começaram a trabalhar voluntariamente. Foi uma experiência transformadora para aquela pequena igreja, promovendo um grande impulso. Os resultados podiam ser vistos no relatório anual, que registrava um aumento impressionante nos números e certamente aquilo lhe ajudaria rapidamente a chegar no topo. Logo se espalhou a notícia de que algo muito interessante havia acontecido naquela congregação. E não demorou muito para que líderes de outras igrejas o procurassem para conhecer suas técnicas. Naquele momento, ele enfrentou um dilema: o que deveria fazer? Guardaria o que havia aprendido sozinho ou dividiria seu conhecimento com os outros?
O quê você faria se estivesse no lugar dele?
Jhon chegou a pensar que, se guardasse para si aquela informação, como acontece frequentemente dentro das organizações, poderia manter sua vantagem sobre os demais colegas. Aquele dilema lhe angustiou por muitos dias. Mas, por fim, decidiu dividir seus conhecimentos. O resultado foi que ele se sentiu realizado depois de ajudar aqueles líderes. Pelos 24 anos seguintes, ele ministrou aquele mesmo treinamento várias vezes e, ao final, disponibilizava suas lições para quem estivesse interessado. Por meio dessa atitude, ele pode conhecer muitas pessoas. O mais irônico é que, ao manter uma mentalidade de abundância e compartilhar o que ele tinha de melhor com outros, acabou alcançando uma reputação nacional e internacional.
Da história acima podemos absorver as seguintes lições:
1 - John Maxwell diz que o sucesso é fugaz, no entanto, a pessoa que busca crescimento e investe em seus relacionamentos terá uma chance bem maior de alcançar sucesso, pois ninguém jamais alcançou nada relevante sozinho. Como ele mesmo afirma: “Um é um número muito pequeno para se alcançar a grandeza.”
2 – No universo microscópico, as células se dividem para que o corpo todo se desenvolva. Na vida é a mesma coisa, é preciso dividir o que temos de melhor para que cresçamos e nos desenvolvamos. Sem divisão, não há renovação. Sem renovação, não há desenvolvimento!
3 – Quando jesus disse : “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15), Ele estava nos ensinando que, ao dividir com as pessoas a grandeza da palavra de Deus, somos intensamente abençoados, pois por meio dessa atitude podemos sair da zona de vitimização para uma zona de liderança.
“Então, Jesus aproximou-se deles e disse:Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações.” Mateus 28:18-19
📖 A Harpa de 1000 Cordas
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
LIDERE SEUS SUPERIORES
Stephen Covey escreveu em seu livro "Os 7 Hábitos " que trabalhou numa organização por vários anos, sob a liderança uma pessoa muito dinâmica, criativa, talentosa, capaz e brilhante, mas tinha um defeito: possuía um estilo ditatorial de direção. Tratava as pessoas como serviçais, como se elas não tivessem opinião. Seu modo de se dirigir às pessoas na organização sempre começava por: "faça isso... pegue aquilo... agora resolva isso... depois vá para lá... eu tomo as decisões". O resultado foi que ele praticamente alienava todo o corpo de executivos ao seu redor. Estes se reuniam no corredor para reclamar entre eles. As discussões eram sempre muito acaloradas, mas eles não passavam disso, tirando o corpo fora das responsabilidades, escudados pelas fraquezas do presidente.
– Você não pode imaginar o que aconteceu desta vez – alguém falou um dia. – O presidente veio até meu departamento. Eu estava com tudo pronto. Só que ele entrou e deu ordens completamente diferentes. Todo o serviço que eu realizara durante meses foi pro buraco, sem mais nem menos. Nem sei como consigo continuar trabalhando para ele. Quantos anos faltam para ele se aposentar?
– Ele tem apenas 59 anos – alguém comentou. – Acha que consegue aguentar mais 6 anos?
Um dos executivos, contudo, era proativo. Agia em função de valores, e não de sentimentos. Ele tomou a iniciativa – estudou, procurou compreender e antecipar os desdobramentos da situação. Não fez vista grossa para as deficiências do presidente. Mas, em vez de criticá-las, procurou compensá-las. Onde este era fraco, em matéria de estilo, buscava incentivar seu pessoal, de modo a tornar tais deficiências irrelevantes. E ele tentava estimular os pontos positivos do presidente – sua visão, seu talento, sua criatividade. Apesar de também ser tratado como um capacho, fez mais do que era esperado. Ele antecipou as necessidades do presidente. Tentou compreender as preocupações deste, de modo que, ao apresentar seus relatórios, também fazia análises e recomendações. Na reunião seguinte, era "faça isso" e "faça aquilo" para todos os executivos, menos um. Quando se tratava daquele homem, a frase era: "qual é a sua opinião?" Este fato agitou bastante a organização. As cabeças reativas começaram a fazer rodinhas para despejar seu despeito e inveja naquele homem proativo. Mas pouco a pouco a influência daquele homem cresceu mais e mais. Chegou ao ponto em que ninguém na organização tomava uma decisão importante sem consultar e obter a aprovação dele, inclusive o presidente. Apesar disso, não se sentia ameaçado, pois a força de um aumentava a força do outro e aquele homem ainda compensava certas fraquezas do presidente, que agora contava com força dobrada.
Da história acima podemos absorver as seguintes lições:
1 - Sempre que modificamos parte de uma fórmula química, alteramos a natureza do seu resultado. Da mesma forma, sempre que escolhermos nossa reação em relação a uma circunstância, também afetamos intensamente esta mesma circunstância. Isso significa que a essência de seu sucesso não depende necessariamente de uma situação, mas dos seus valores e percepções para saber o que fazer.
2 – Assim, como aquele homem era criticado pelo despeito e inveja de seus pares, você certamente será criticado por acreditar em seus valores. Mas mesmo assim, insista em permanecer firme aos seus princípios. José foi preso por sua fidelidade. Paulo e Silas foram encarcerados por sua fé. Jesus foi morto por amor pela humanidade. Todos aqueles que um dia cravaram seus nomes na história tiveram que passar por grandes privações em função daquilo que acreditavam.
3 – Talvez você não esteja satisfeito com seu chefe. Há inclusive pesquisas que informam que 85% das pessoas que deixam a empresa não saem por causa da organização, mas por causa de seus gestores. No entanto, como na história acima, isso pode ser mudado. De fato, aqueles que são capazes de liderar a si mesmos, estão aptos para liderar até mesmo seus superiores.
“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. “ (Colossenses 3:23-24)
A Harpa de 1000 Cordas
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
VIRE AS PÁGINAS DA VIDA E SIGA EM FRENTE
Scott Richardson, antes de ir para a faculdade, passou o verão vendendo livros na Pensilvânia. Ele recebeu treinamento básico na área de venda durante uma semana. Quando começou a bater de porta-em-porta oferecendo os livros, ele teve uma tremenda sorte de principiante e conseguiu fazer uma venda na primeira casa que visitou. Aquela, contudo foi a única venda que fez em duas semanas. Então seu gerente de vendas resolveu trabalhar com ele para ver o que estava acontecendo.
– Scott, você não está fechando a venda. Você, nem sequer está tentando fazer a venda.
– Não estou tentando? – Exclamou Scott. – Claro que estou.
- Não está, não. Olhe, basta começar mostrando um pouco os livros, depois você fecha. E se o comprador disser: “Não, não estou interessado”, você diz “sei exatamente o que quer dizer”, então mostra os livro um pouco mais e tenta fechar de novo.
– Isso é loucura – disse Scott. – Eles vão me colocar porta afora!
– Tente!
“Seja o que Deus quiser”, Pensou Scott.
Na próxima visita, ele mostrou um pouco dos livros e perguntou à dona de casa se podia preencher o pedido.
– Para ser sincera, não estou interessada – ela disse.
– Tudo bem, sei exatamente o que você quis dizer – ele retrucou, mostrando novamente o livro, e fez uma nova proposta de fechar a venda.
– Olha, eu não tenho dinheiro. – a senhora respondeu.
– Sei exatamente o que quer dizer – ele mostrou novamente o livro, mostrando as próximas páginas, dando início a uma nova rodada.
Scott tentou concluir a venda 5 vezes e já estava desesperado até que, na sexta vez, ela disse:
– Está bem!
Dias depois, Scott foi ao banco depositar seus cheques das vendas e viu aquela senhora num dos guichês. Ela olhou pra ele meio envergonhada. “Ah, meu Deus”, ele pensou, “Talvez eu tenha forçado a mulher a comprar e agora ela está constrangida, mas tudo bem, sempre dizemos aos clientes que podem cancelar o pedido quando quiserem.”
Scott entregou os cheques e, para sua surpresa, ouviu da senhora as seguintes palavras:
- Scott, espero que não tenha se aborrecido por eu ter levado tanto tempo para decidir, mas precisava ter certeza de que queria mesmo aqueles livros. Agora, estou contente com minha decisão.
Aquela foi uma grande lição. Daquele momento em diante, Scott nunca mais teve medo de virar as páginas da vida e seguir em frente diante de um não. Da mesma forma, sempre que a vida lhe der uma resposta negativa, vire as páginas, diga “sei exatamente o que quer dizer”, e siga em frente, sendo firme e específico quanto aos seus objetivos.
Estatisticamente falando, 80% das vendas acontecem entre o 5º e 12º contato do vendedor com seu potencial cliente. Sem dúvida, a persistência é a chave do sucesso. Então, quando a vida lhe disser não, finja que entendeu, vire as páginas e tente novamente.
“Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. (Josué 1:9)
A Harpa de 1000 Cordas
quarta-feira, 2 de setembro de 2015
MUDE AS CIRCUNSTÂNCIAS
O que fazer quando sobre você está toda a responsabilidade de resolver uma terrível crise?
2 – As grandes inspirações de Roosevelt eram obtidas ouvindo as pessoas. Hitler era inflexível e não tolerava ouvir conselhos que não fossem meras repetições de suas ordens. Se por um lado Roosevelt alcançou a vitória, Hitler pagou um preço alto demais por sua arrogância.
3 - Roosevelt era muito criticado, mas seus críticos se calaram após verem os resultados de seu trabalho. Apesar da paralisia física, ele não se deixou paralisar por tais julgamentos. Seu biografo, Jean Edward Smith, afirmou, em 2007: "ele se levantou de uma cadeira de rodas para erguer uma nação que estava de joelhos". Da mesma forma, se você não deseja ser paralisado pelas críticas, levante-se e mostre os resultados de seu trabalho.
4 – O historiador da Universidade de Stanford, David Kennedy, descreveu várias características que explicam o sucesso de Roosevelt: “ele entendia as coisas com muita rapidez; ele conseguia se ligar às pessoas; ele tinha autoconfiança; ele era dedicado à causa pública; ele desenvolveu um caráter forte; ele tinha uma visão clara da nação e de seu papel no mundo; ele tinha as habilidades políticas necessárias para levar seus projetos além das pranchetas...” Por causa disso, Roosevelt é considerado como um dos melhores presidentes que os Estados Unidos já teve e também um dos homens mais admirados do século XX. O segredo de seu sucesso? Sua vontade de acertar. “O único homem que nunca comete erros” – disse Roosevelt – “é aquele que nunca faz coisa alguma”.
domingo, 30 de agosto de 2015
RIA & SORRIA MAIS
Ao ser diagnosticado como portador de uma doença que afeta a coluna cervical, Norman Cousins ouviu dos médicos que nada podia ser feito para ajudá-lo e que ele sofreria dores horríveis até morrer. Cousins resolveu então se confinar num quarto de hotel com todo os filmes de humor que pôde encontrar. Viu e reviu todos os filmes, vezes sem conta, dando as gargalhadas mais altas e intensas que podia. Depois de 6 meses, os médicos ficaram atônitos com o que constataram: a doença de Cousins fora completamente curada. Ou seja, simplesmente desaparecera. Este espantoso resultado levou a publicação do livro de Cousins, chamado "A Força Curadora da Mente", e ao começo de uma intensa pesquisa sobre as funções químicas liberadas pelo cérebro quando rimos. Com uma composição química similar a da morfina e da heroina, ela produz efeito tranquilizante sobre o corpo, ao mesmo tempo que reforça o sistema imunológico. Isso explica porquê pessoas felizes raramente adoecem, e as infelizes e queixosas parecem adoecer mais facilmente. Com base na experiência de Cousins, diversos hospitais americanos criaram na década de 1980 as "Salas de Riso", onde os pacientes usufruem de livros, filmes de comédia e programa de visitas regulares de comediantes e palhaços. O resultado disso foi a redução do tempo médio de hospitalização, diminuição do número de analgésicos requeridos pelos pacientes, dentre outras melhorias.
Da experiência acima podemos tirar as seguintes lições:
1 - O riso é uma experiência oriunda de nossa natureza. Nós choramos ao nascer, mas começamos a sorrir a partir das cinco semanas e rir entre o quarto e o quinto mês de vida.
2 - Numa experiência na Universidade de Upsala, na Suécia, os voluntários eram instruídos a fazer expressões carrancudas quando vissem um sorriso, e a sorrir quando vissem uma expressão zangada. O resultado foi que, embora tentassem conscientemente controlar suas reações, eles acabavam espelhando as expressões que viam, mesmo esforçando para não fazê-lo. Assim, está comprovado cientificamente que, quanto mais você sorrir, mais respostas positivas você terá de outras pessoas.
3 - O empresário e apresentador Roberto Justos dizia que a maioria das pessoas pensa que dinheiro trás felicidade, mas para ele, é a felicidade que atrai o dinheiro. A escritora Sandra Taylor diz em seu livro "A Ciência do Sucesso" que a alegria é essencial para alcance do sucesso. Por isso ela cita um poema da idade média que diz: "se somente dois pães lhe restam, venda um e compre flores para decorar sua alma".
3 - Segundo Allan & Barbara Pease, a princesa Diana costumava usar uma expressão especial, caracterizada pelo sorriso de lado olhando para cima, dessa forma ela cativava os corações das pessoas, levando os homens a quererem protegê-la e as mulheres a quererem a ser como ela.
4 - Enfim, as pessoas que conquistam melhores posições no mercado são aquelas que irradiam alegria e motivação. Isso acontece porque o riso ajuda a criar vínculo com as pessoas e atrai mais amigos. O humor nos anúncios faz crescer as vendas. Numa apresentação ajuda na aprendizagem. No corpo estimula a produção de endorfinas, analgésicos naturais e agentes que ajudam a aliviar o estresse e a curar doenças. O riso também aumenta a quantidade de oxigênio no sangue, melhora a saúde e estende a vida. Um minuto de boas gargalhadas proporciona 45 minutos de relaxamento subsequente. 100 risadas tem o mesmo efeito que 10 minutos de ginástica abdominal com aparelhos.
5 - Infelizmente a medida que envelhecemos, mais carrancudos nos tornarmos. Enquanto uma criança ri 400 vezes por dia, um adulto ri em media apenas 15 vezes. Um ambiente triste faz mal a saúde e a tristeza prolongada faz da boca caída uma expressão facial permanente, além de tornar doente aqueles que fazem uso contínuo do mal humor e pessoas próximas. Como diria João Chinelato: "Quando você se afasta de pessoas complicadas até sua saúde melhora."
"O coração alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate". (Provérbios 15:13)
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015
NUNCA DESISTA DE SEUS SONHOS
Um menino nasceu em 1874 no seio de uma importante família que morava num palácio imponente. Mesmo assim, ele não teve uma infância propriamente feliz. Seu pai, apesar de ter sido um político carismático, vivia distante, tanto física quanto emocionalmente. Sua mãe sozinha não conseguia suprir as carências afetivas do filho. Conta-se que ele foi um aluno relapso nos estudos e tinha problemas com matemática e latim, apesar de demonstrar um certo interesse por história. Mas, mesmo em meio as dificuldades, ele acabou sendo aceito na academia militar. Nos anos seguintes ele conseguiu evoluir por causa de dois fatores: a leitura e a escrita. Durantes as missões como soldado a outros países, esses hábitos se intensificaram. Leu Platão, Aristóteles, Adam Smith e absorveu as ideias dos grandes mestres da língua inglesa. Dessa maneira o jornalismo acabou se tornando seu ponto forte. Escreveu reportagens sobre as operações militares em que participava para os principais jornais londrinos e alguns desses escritos, pela qualidade e intensidade, começaram a conquistar leitores e seguidores. Aos 26 anos iniciou sua carreira política como deputado. Aos 31 anos, foi nomeado subsecretário, passando por várias funções públicas, chegando a ser ministro da Marinha, onde coordenou muitas missões militares. Teve muitos altos e baixos na sua carreira política. Com a invasão da Polônia pelas tropas de Hitler, ele chamou a atenção para o perigo da Alemanha nazista. Quando eclodiu a guerra, ele foi designado primeiro-ministro e depois ministro da Defesa. Em maio de 1940, no mais dramático discurso que o Gabinete de Guerra escutara, a posição do então premiê foi clara: “as nações que caíram a lutar, levantaram-se de novo. Mas aquelas que se renderam covardemente acabaram liquidadas para sempre”. E acrescentou, com um toque de dramatismo: “se o fim chegar com a invasão alemã, que cada membro desse gabinete lute até cair na sua própria poça de sangue”. Suas palavras ecoaram não somente pelo Parlamento, mas nas rádios, nas ruas, nos campos, nas praias, nas montanhas, exortando cada cidadão inglês a lutar até o fim. Então ele buscou ajuda, fez aliança com os Estados Unidos e União Soviética, e coordenou as ações militares na guerra contra a Alemanha de Hitler. No momento mais negro da Europa, o nome desse homem vem a tona: Winston Churchill.
Enquanto isso, Hitler conseguiu conquistar a Polônia, Dinamarca, Noruega, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, França, Egito, União Soviética, Iugoslávia, Grécia, Itália e Hungria. Ele tinha a sua disposição mais de 4 milhões de homens, 3.300 tanques e 5.000 aviões. Mas no dia 6 de junho de 1944, os Aliados (União Soviética, os Estados Unidos e o Império Britânico) desembarcaram na costa norte da França com quase metade dos recursos de Hitler (2 milhões de homens, 4 mil navios e 10 mil aviões). Mesmo assim, os alemães não foram capazes de montar uma ofensiva em direção ao leste, recuaram até Berlim e perderam a guerra em casa. Em 30 de abril de 1945 Adolf Hitler, encurralado, tira a própria vida! Anos depois, em 1953, Winston Churchill recebe o Prêmio Nobel da Literatura por sua extensa obra histórico-literária cujo título era "Savrola", um romance que narrava a história de uma república imaginária (Laurania), dominada por um ditador chamado Antonio Molara. Contra o ditador, levanta-se um personagem fictício por nome Savrola, que organizava um movimento armado e derrotava esse ditador. Na realidade, Churchill escreveu simbolicamente a própria história, já prevendo sua vitória sobre o inimigo.
Dos fatos acima podemos aprender 5 grandes lições:
1 – Durante a segunda guerra, num momento de grande crise mundial, perguntaram a Churchill se ele estava preocupado com guerra, já que Hitler estava prestes a invadir seu país. Sua resposta foi: "Estou muito ocupado. Não tenho tempo para preocupações." Nessa época ele trabalhava 16 horas por dia. E foi assim que ele venceu aquela ameaça. Da mesma forma, se você deseja vencer a crise e as preocupações, faça o como ele: tenha fé e lute!
2 – Ao longo da carreira, Churchill sofreu inúmeros reveses, derrotas, crises pessoais, doenças, impopularidade e críticas severas, mas nada disto o abateu. Sua capacidade de recuperação era impressionante. Depois de derrotar Hitler, Churchill fora convidado para dar uma palestra para jovens universitários de Oxford. Todos esperavam por um grande discurso, mas ele pegou o microfone e disse: “Nunca desistam! Nunca desistam!” E foi embora, pois já tinha dito tudo o que tinha de dizer. Assim, se você deseja um dia realizar todos os seus sonhos, nunca desista deles.
3 – Ele não perdia seu tempo e nem sua energia emocional com bobagens, tais como: recriminar e culpar terceiros; agir com maldade ou com vingança; disseminar boatos, fofocas ou realizar manobras sujas. Churchill gostava de perdoar as pessoas e era um conciliador natural. Nada lhe dava mais prazer do que substituir a inimizade por amizade. E isso fez dele um grande líder. Da mesma forma, se você deseja ser grande, aprenda a não dar voz e ouvidos as mesquinharias e maledicências.
4 – Churchill relacionava-se muito bem com todos que trabalhavam para ele, independentemente do nível hierárquico, e isso o fez querido pelo povo.
Nota: Todas essas práticas podem parecer exclusivas de pessoas especiais, como Churchill, Ghandi, Luther King, ou outro grande nome da História, mas qualquer pessoa pode alcançar essa grandeza, independente de conhecimento técnico, instrução, cultura ou nível social, desde que realmente queira.
5 – As palavras têm poder. Ler e escrever, além de desenvolver e organizar a mente, tem força profética. Assim como no romance Savrola Churchill já havia previsto que venceria o inimigo, você também tem uma história de vitória que já está prevista na Bíblia. Então leia-a e acredite no poder de suas palavras.
“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (2 Timóteo 1:7)
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domingo, 23 de agosto de 2015
CONQUISTE AS PESSOAS
Um menino nasceu em 100 a.C. por meio de uma cesária. Por isso ele recebeu um nome que lembra esse tipo de parto. Ele foi educado numa família aristocrata que não era rica para os padrões de sua época. Seu pai faleceu quando ele tinha 15 anos de idade. Percebendo o jogo de poder de Roma, ele decidiu cultivar amizades e a zelar pela boa imagem de si próprio. Aos 18 anos de idade ele fez um casamento vantajoso com uma jovem de 13, filha de um conhecido cônsul da cidade. Mas, aos 20 anos de idade, passou por uma situação muito difícil: havia uma guerra civil interna e jogos de interesses familiares. Por causa disso, um ditador romano ordenou que ele se divorciasse, mas ele desobedeceu e fugiu. O ditador ficou furioso, mas decidiu poupar a vida do jovem, mandando-o para o exército. O que era para ser uma punição tornou-se uma oportunidade para demonstrar sua bravura em combate e capacidade de liderança, conseguindo ganhar o posto de assessor militar. Depois da morte do ditador, ele regressou a Roma, iniciou a carreira como advogado no Fórum Romano e tornou-se conhecido pela sua brilhante oratória. Seu principal objetivo era combater políticos corruptos e culpados de extorsão. Ele passou por vários cargos públicos até tornar-se governador da Espanha, que na época era uma província romana. Para chegar ainda mais longe fez aliança com um homem muito rico chamado Crasso e com outro muito popular chamado Pompeu. Esta união foi denominada de triunvirato, ou o governo dos 3 homens. Mais tarde ele foi eleito cônsul. Quando encerrou seu mandato, o senado concedeu-lhe o governo da Gália Romana, uma província distante e ameaçada por povos bárbaros. Ali ele derrotou inimigos germanos muito mais numerosos, venceu Belgas, castigou Bretões, impondo-lhes o jugo romano. Em 8 anos pacificou toda a região. Com a glória alcançada, igualou-se em feitos militares a Pompeu, impressionando a aristocracia romana. Tempos depois, seu aliado Crasso foi morto em batalha, dando fim ao triunvirato. O senado nomeia Pompeu como cônsul único. Nessa situação ele é chamado de volta da Gália, mas quando estava prestes por retornar a Roma, descobre que o senado havia sido corrompido por Pompeu e armado contra ele, acusando-o de vários escândalos. Ele declara guerra contra o senado. As tropas enviadas de Roma para lutar contra ele acabaram se unindo a ele. Agora com o exército ainda maior, ele avançou sobre o senado. Pompeu tentou fugir para Grécia e depois para o Egito, a fim de obter apoio do Ptolomeu, o Faraó, mas foi decapitado a mando do próprio rei egípcio a quem pedira ajuda. Na realidade Ptolomeu também tinha um passado negro: ele havia destronado sua irmã, Cleópatra, contrariando a determinação de seu pai, que ordenara o reinado mútuo dos filhos. Cleópatra acaba conhecendo esse homem (divorciado), e eles se apaixonam. Por amor a ela, ele luta contra Ptolomeu, que é morto em batalha, afogado no rio Nilo. Dessa forma, ele restabelece o reinado de Cleópatra no Egito. Mas a guerra ainda não havia terminado. Partidários de Pompeu juntaram forças na Espanha e norte da África para lutar contra ele, munidos de 10 legiões de soldados e mais uma veloz cavalaria, além de 120 elefantes de guerra. Na véspera da batalha, ele foi atacado por outro velho inimigo: a epilepsia. Ele então juntando suas forças, deu um discurso às suas tropas, que estavam desanimadas, motivando a todos. Depois disso caiu em estado de inconsciência. Quando acordou, todos seus inimigos haviam sido derrotados. Então retornou triunfante para sua terra, acompanhando de seu exército, Cleópatra e do filho de ambos, Cesarion. Roma então em festa recebia seu grande líder, o pavimento estremecia com a chegada dos vencedores, os vencidos acorrentados entravam à cidade. O desfile era acolhido ao som de trombetas e aplausos da população eufórica. O senado agora submisso, confera a ele o título de Imperador vitalício, denominação que seus soldados já lhe atribuíam a muito tempo. O nome desse grande líder é Caio Júlio Cesar.
Júlio César, como imperador, desproveu o senado de seu caráter aristocrático e nomeou mais de 300 membros, a maioria entre pessoas das classes comerciais e profissionais liberais, até então menosprezados. Concedeu cidadania romana a filhos de escravos libertos e deu ainda liberdade de culto aos judeus. Fundou colônias para veteranos de guerra e desempregados. Fez várias obras públicas, gerando milhares de empregos. Restabeleceu a estabilidade da moeda. A comemoração do ano novo foi originada por seu decreto em 46 a.C. Sua influência foi tanta que, quando ele reformou o calendário, os astrônomos egípcios que o ajudaram criaram o mês de julho em sua homenagem. Enquanto as honras à César cresciam, também o número de inimigos aumentava. Por volta de março de 44 a.C., conspiradores atentaram contra sua vida na presença do senado. Um “amigo” chamado Casca aproximou-se e pelas costas deu a primeira apunhalada sobre a clavícula. O restante dos conspiradores cercaram-no dando-lhe 23 golpes. Embora com a vista turba pelo sangue que escorria pelo rosto, César pode identificar Bruto (possivelmente seu filho) empunhando uma espada que lhe cravou nas entranhas. Suas últimas palavras foram: “Até tu, Brutus?” César morreu aos pés da estátua em honra ao velho inimigo Pompeu.
Dos fatos acima podemos tirar as seguintes lições:
1 – César foi de jovem interesseiro a imperador graças a sua grande influência. O dinheiro pode comprar uma grande força armada combinada com ótimos recursos, mas nunca a união de um grupo com seu líder. Enquanto general, ele compartilhava de suas privações e dificuldades com seus soldados, e estes o adoravam. Isso mostra que a verdadeira liderança é construída sobre o fundamento da confiança. Da mesma forma, se você deseja obter a lealdade das pessoas, precisa aprender a influencia-las e inspirá-las.
2 – Ele jamais teria obtido vitória sobre seus inimigos se não fosse a sua determinação. Como diria David Ambros: "Se você tem vontade de vencer, já alcançou a metade do sucesso; se não tem, já alcançou metade do fracasso”.
3 – O grande erro de Júlio César foi o fato de não ouvir seus adversários. Enquanto governava sentado em seu trono de ouro, os senadores eram obrigados a aprovar projetos de lei que não haviam lido. Por isso, sempre que você apresentar uma nova idéia, saiba que ela naturalmente encontrará obstáculos para ser aceita. Para reverter isso, peça opinião das pessoas. Discuta amigavelmente com elas. Dessa forma os teus opositores podem tornar-se teus seguidores.
4 - Décadas depois de morte de César, Jesus disse: “Dai a César o que é de César...”, referindo-se ao próprio Júlio César, ensinando também que é correto sermos fieis a Deus e cumprirmos com nossas obrigações junto as autoridades.
“Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mateus 22:21)
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
LIDERE SEUS DESEJOS
O que você faria com um salário de 3000 dólares por dia?
Um menino nasceu em 1862, na Pensilvânia. Seus avós paternos e maternos eram imigrantes católicos da Alemanha. Depois de passar dois anos na faculdade, ele foi atrás de um emprego. Trabalhou como aprendiz, varrendo o chão e martelando estacas numa usina de aço. Trabalhou também como motorista, mas sua força de vontade, sua curiosidade pela leitura (tecnologia do aço e finanças) e sua capacidade de liderança chamaram a atenção do dono da empresa, que gradualmente o foi promovendo, pasando-o por varias funções gerenciais. Durante uma greve, ele demonstrou grande habilidade de negociação, restaurando a harmonia entre clase a trabalhadora e a direção da empresa, além de melhorar a eficiência da produção. Assim com a idade de 38 anos, ele é promovido a presidente da Carnegie Steel Company em 1897 ganhando um salário de 1 milhão de dólares por ano (cerca de 3000 dólares por dia). O nome desse grande líder é Charles Schwab.
Por quê Schwab ganhava tão bem? Ele era um gênio? Não. Por que ele conhecia mais sobre a manufatura do aço que outras pessoas? Nada disso. Schwab recebia um salário tão elevado devido a sua habilidade com as pessoas. Eis o segredo, exposto por suas próprias palavras – palavras que segundo o escritor Dale Carnegie deviam ser gravadas na eternidade do bronze e postas em cada lar e escola, em todas as lojas e em todos os escritórios da terra:
"Considero minha habilidade em despertar o entusiasmo entre os homens a maior força que possuo, e o meio mais eficiente para desenvolver o que de melhor há em um homem é a apreciação e o encorajamento".
Da história acima podemos tirar as seguintes lições:
1 - Daniel Pink em seu livro Motivação 3.0 ensina que as recompensas são mais eficientes que as punições. Charles Schwab usava esse princípio para motivar as pessoas, como ele mesmo diz: "Nunca critico quem quer que seja... Assim, sempre estou ansioso para elogiar, mas repugna-me descobrir faltas. Se gosto de alguma coisa, sou sincero na minha aprovação e pródigo no meu elogio.”
2 – Schwab acreditava que os melhores resultados eram obtidos quando se foca no melhor das pessoas. Ele disse: "Estou para encontrar o homem, seja qual for a sua situação, que não tenha feito melhor trabalho e nele posto maiores esforços sob um espírito de aprovação do que se tivesse de faze-lo sob o espírito da crítica."
3 – O grande erro de Schwab foi o mesmo que a maioria dos homens bem-sucedidos cometem ao longo da vida: a de não priorizar o bem-estar de sua família e gastar recursos financeiros com relações extraconjugais. Schwab não teve filhos com sua esposa Eurana, mas teve uma filha com uma de suas amantes. Apesar de ter acumulado grande fortuna, ter uma linda mansão de 75 quartos em Nova York e uma casa de verão de 44 quartos em Loretto, com majestosos jardins e campos de golf, ele perdeu tudo. A crise de 1929 agravou ainda mais a situação e ele ficou muito endividado. O homem que um dia chegou a ganhar 3000 dólares por dia teve que passar seus últimos dias em um pequeno apartamento e ajudado com o dinheiro de amigos. Portanto, de nada adianta tornar-se um grande líder e não dominar os próprios desejos.
“Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente.” (Tito 2:11-12)
Livro A Harpa de 1000 Cordas